quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

E lá se vai 2012!


E lá se vai 2012!

Fim do ano está aí. Afinal, quem viu passar?
Foi um turbilhão de momentos ao longo do ano, sempre expandido nossa capacidade física e mental. Sempre nos superando!
Foram palavras escritas, ditas, escutadas, analisadas, processadas, debatidas, curtidas, tuitadas, compartilhadas. Não foi assim no trabalho? Estudos? Vida pessoal?
De tudo tiramos algum conhecimento, alguma ideia, alguma informação, algum dado que seja relevante para nosso crescimento.

Dia-a-dia apertado, sai dali vai correndo pra lá. Compra algo rápido na esquina e faz o lanche na condução, chega em outro lugar. Nossos compromissos quase nos engoliram. Houve momentos de desesperos, anseios, felicidades, alegrias e choros.
Ninguém disse que ia ser fácil. Ninguém chama de difícil também. Metas cumpridas. Sonhos realizados. Tenho certeza que cada um teve algum de seus objetivos para o ano cumprido. Tudo foi necessário. E lá se vai 2012. Muito cedo, diga-se de passagem. E lá vem 2013 “...o trem que chega é o mesmo trem da partida...”

E para 2013 fica o gostinho de quero MAIS! Mais tempo, mais sorriso, mais dedicação, mais superação, mais vontade, mais força, mais fé, mais amor, mais ideias, mais rumos, mais pé no chão e foco além do horizonte, mais determinação, mais aprendizado, mais diferença e mais 2013 motivos para querer mais VIDA!!

Pra você desejo todos os “MAIS”. E você, quer mais o que em 2013?



   São estes os votos, seja MAIS! 
     Desde já, feliz 2013!!!!!

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Groupware: o que as ferramentas disponíveis podem oferecer e agregar na operação das empresas

Por Leonardo Faleiro / Liliane Clemente

Resumo. Este artigo apresenta o conceito teórico e prático de sistemas
colaborativos em ambientes empresariais e seus benefícios ao gerenciamento
da comunicação interna dos funcionários. Abordamos a facilidade com que
estas aplicações conduzem à disseminação das informações necessárias para
que o tempo seja usado de forma eficiente e eficaz, aumentando a
produtividade e prazer profissional, pois ao utilizar estes sistemas diminuem-
se as controvérsias presentes na comunicação.




  Introdução

Parte do trabalho das empresas vem crescendo e ficando cada vez mais complexo,
envolvendo diversos setores da corporação ou até mesmo outras empresas. Devido a
isto, formam-se grupos de trabalho para a conclusão das tarefas, elaboração de um
produto ou projeto. Há, também, a integração da TI nos processos operacionais das
companhias, sendo fundamental para sua execução, assim como o surgimento dos
sistemas colaborativos, também conhecidos por groupware.
Neste artigo os sistemas colaborativos são citados através de uma visão básica
por parte dos administradores, retratando as principais ferramentas do mercado capazes de criar um ambiente de colaboração, apontando a melhor opção para cada tipo de empresa. Não estão no escopo questões avançadas, como o que cada ferramenta utiliza para criar o ambiente nem explica como é a instalação destas soluções.

  Justificativa

Devido à grande necessidade das empresas de centralizar, facilitar e agilizar as
comunicações entre grupos de trabalho, os sistemas colaborativos auxiliam a otimizar o tempo gasto e a aumentar a qualidade nas tarefas desenvolvidas. Ao utilizar estas plataformas tecnológicas podemos gerenciar as informações trafegadas na comunicação, monitorar os acessos, controlar a usabilidade de todos, assim como configurar cada grupo. Visto os benefícios oferecidos optamos por trabalhar e apresentar estas ferramentas.
As atividades em grupo podem trazer diversos benefícios para as empresas que
as adotam. Os colaboradores podem produzir melhores resultados. Também pode
ocorrer a complementação de capacidades, de conhecimentos e de esforços, além da
interação entre os indivíduos com entendimentos e pontos de vista diferentes,
melhorando, assim, a qualidade do resultado final das atividades.

  Objetivos

Este artigo visa retratar esta novidade e tendência para corporações que almejam
sucesso e baseiam suas atividades num formato coletivo de colaboração, também
conhecido por Groupware. Não basta apenas que a empresa implante este sistema, há a necessidade de mudança da cultura, como ter uma boa gestão do conhecimento e pessoas com capacidade de se autogerir.
Este tema será apresentado na sua forma conceitual e técnica, detalhando as
diversas ferramentas disponíveis no mercado, bem como a aplicabilidade das principais. Iremos demonstrar que esta tecnologia não é apenas mérito de grandes companhias e que pode ser implementado também em pequenas corporações com baixo custo.

  Referencial Teórico

Groupware é a tecnologia baseada em mídia digital que dá suporte às atividades de
pessoas organizadas em grupos que podem variar em tamanho, composição e local de trabalho [Fuks, Gerosa, Pimentel, 2003].
Aposentando a ideia que seja apenas um amontoado de informações, os sistemas
colaborativos auxiliam a empresa a cumprir melhor sua gestão de informação e
comunicação entre os funcionários, centralizando, gerindo e controlando estes dados de forma que fique claro onde deve-se buscar a informação precisa. Groupware então mistura as tecnologias antes vistas como independentes e sem sincronia, adaptando-as conforme as necessidades do trabalho executado dia a dia, assim agiliza o trâmite de informações de pessoas que estão separadas de alguma forma pelo espaço ou tempo, pois oportuniza reuniões eletrônicas, aplicações de suporte e tomada de decisões em grupo, integração de recursos antes vistos como isolados. Oportuniza ainda a mais rápida previabilidade do conhecimento de alguma ação aos colaboradores mais rápida, disparando um e-mail para todos da empresa, por exemplo.
Segundo BROOKE (1993, citado por MOECKEL, p.5), um dos requisitos
fundamentais da tecnologia Groupware é que os sistemas sejam altamente configuráveis para se adaptarem às necessidades dos usuários.
Para o alinhamento da TI ao negócio da empresa, sistemas colaborativos
integram serviços como: e-mail, gerenciadores de documentos, controladores de fluxo de formulários, workflows, DBMS (Sistema Gerenciador de Banco de Dados),
gerenciadores de imagens e recuperação de dados e informações, calendário, agendas eletrônicas, videoconferência, entre outros, facilitando, assim, o compartilhamento da informação entre os interessados.

  Estudo de Caso

A quantidade de ferramentas para colaboração tem crescido nos últimos anos. Iremos elencar abaixo apenas as principais devido a grande diversidade, bem como o que cada uma pode oferecer em nível de serviços, dentre as proprietárias, livres e de código aberto.

  Os Sistemas Colaborativos

Como requisito para que uma ferramenta seja tratada como um groupware, ela necessita oferecer acesso às informações de qualquer lugar. Praticamente, todas as ferramentas que listaremos possui acesso através de navegadores de internet. Além disso, elas também podem ser utilizadas através de softwares instalados nos dispositivos. As principais ferramentas são:

– Zimbra Collaboration Server, licenciamento Open Source (http://www.zimbra.com/community): centraliza os e-mails,contatos, tarefas e calendários. Administração centralizada e sincronização das mensagens com diversos dispositivos. Na sua versão paga possui ainda comunicação unificada como chat com outros usuários e chamadas de voz. Figura 1 apresenta suas aplicações:
Figura 1 - Zimbra Collaboration Server - Features


– EGroupware Community Edition, licenciamento Livre (http://www.egroupware.org ): centraliza os e-mails, calendários, tarefas, contatos, projetos, arquivos, links favoritos. Também possui sistema para abertura de chamados para TI e uma página onde é possível gerenciar todo o conhecimento da empresa. Ainda possui sistema para troca de mensagens instantâneas. Possui também uma versão paga, que melhora a segurança com atualizações periódicas, implementa diferentes front-ends para os usuários, dentre outras funcionalidades.

– SOGo, licenciamento Livre e Open Source (http://www.sogo.nu): pode centralizar e-mails calendários, contatos, tarefas. Na Figura seguinte, há o diagrama de funcionamento desta ferramenta. Não possui versão paga, mas é possível contratar suporte técnico da empresa que o desenvolve.Figura 2 apresenta suas aplicações:


– Horde Groupware, licenciamento livre (http://www.horde.org): intregra e-mails, contatos, anotações, tarefas e calendário, pode ser sincronizado com dispositivos móveis.

– Kolab, licenciamento livre e open source (http://www.kolab.org): pode ser utilizado para envio e recebimento de e-mails, possui agendamento de tarefas, calendário, catálogo de endereços e possibilidade de agregação de notícias.

– Tiki Wiki CMS Groupware, licenciamento livre: ambiente para gerenciamento do conhecimento, com páginas de wiki, blog e fóruns. Ainda possui calendário e agenda de compromissos, gerenciamento de arquivos e galeria de imagens. Pode criar pesquisas, questionários e sondagens dos colaboradores.

– Microsoft Exchange Server, licenciamento proprietário (http://www.microsoft.com/exchange): possui diversas versões que diferem em custos e funcionalidades disponíveis. Dentre elas estão sincronização de contatos, mensagens de e-mail e voz, agenda de compromissos e tarefas.

– Zarafa Community, licenciamento livre (http://doc.zarafa.com): cria um ambiente de sincronização para e-mails, contatos, compromissos e anotações. Figura 3 apresenta suas aplicações:




  Conclusão

Há muitas soluções para a implementação de um sistema colaborativo. Como citado no artigo, é necessária uma mudança na estrutura e postura da empresa, visto que a maior parte das informações da companhia estarão online e poderão ser acessadas de qualquer lugar. A escolha por uma das soluções disponíveis é difícil, pois diversas ferramentas fazem as mesmas coisas de formas diferentes.
A opção pela solução proprietária da Microsoft, o Exchange Server, possui um custo muito elevado, o que talvez seja opção apenas para grandes companhias, já que a ferramenta possui uma confiabilidade maior e dispões de suporte operacional para os adquirintes. Quanto às demais ferramentas, é possível separar em grupos:

– Empresas que possuem um profissional de TI especializado, infraestrutura confiável e nenhuma ferramenta de sincronização poderiam optar pela utilização do Egroupware, pois engloba muitas ferramentas e poderia auxiliar o setor de TI nas suas atribuições com o gerenciador de chamados, ou ainda o SOGo. Ambos necessitam estar em servidores que não compartilhem nenhum outro serviço além dos oferecidos pelas próprias ferramentas.

– Empresas que possuem um profissional de TI especializado, infraestrutura confiável e já possuem os e-mails compartilhados podem optar pelo Horde Groupware, já que não precisa de muitas mudanças nos servidores ou ainda  Zimbra. Ambos podem compartilhar servidores que já estão operando.

– Empresas que possuem, ou não, um profissional de TI especializado e não têm infraestrutura confiável, melhor seria optarem por uma das ferramentas, além de fazerem um levantamento dos custos imprescindíveis, podendo, também, escolher entre o aluguel de toda a infraestrutura necessária ou hospedar os serviços na nuvem. Não obstante, há empresas que podem entregar todos os serviços prontos e funcionando, além de gerencia-lo e dar a manutenção necessária, o que pode ser a melhor opção às companhias de pequeno porte.


 Referências

FUKS, H.; Gerosa, M.A.; Pimentel, M. Projeto de Comunicação em Groupware:
Desenvolvimento, Interface e Utilização. XXII Jornada de Atualização em
Informática, Anais do XXIII Congresso da Sociedade Brasileira de Computação, V2,
Cap. 7, ISBN 85-88442-59-0, pp. 295-338, 2003.



Para saber mais acesse:

http://dhiion.blogspot.com.br/2010/06/entendendo-groupware.html

 http://www.batebyte.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=427

www.mknod.com.br

http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_collaborative_software

Este é parte do material que foi escrito para cadeira de Tópicos Avançados em Redes de Computadores.

Boa leitura!







terça-feira, 6 de novembro de 2012

Estudos!


     Compartilhando a dica que recebi de cursos gratuitos on-line do governo federal. O projeto é denominado CDTC – Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento.
     Os cursos são bem variados e relacionados com o software livre, tendo como objetivo capacitar os interessados no manuseio, configuração e programação em software livre.
     Link de cursos gratuitos para comunidade em geral acesse: http://comunidade.cdtc.org.br/
     Link de cursos para funcionários públicos com certificado acesse: http://cursos.cdtc.org.br/


Bons estudos.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Filme - Invasor de Mentes


      Em uma dessas noites de insônia assisti Invasor de Mentes (2009) nunca tinha ouvido falar do filme antes - ficção científica, bem estruturado, intrigante e que nos faz pensar sobre o futuro da mídia e do marketing,  o quanto a publicidade pode influenciar na nossa vida e caso não influencie também o que grandes marcas estão dispostas para que  o consumismo seja cada vez maior aliado com tecnologia, claro o filme é futurístico (ou não). No inicio e decorrer do filme é mostrado projeções de grandes marcas em monumentos históricos e turísticos,  modo que futuramente seremos esmagados pelo capitalismo, produtos com os quais nem precisamos, mas por todo o merchandising acabamos tendo o desejo de consumir.



  Resumo do resumo do filme é uma grande indústria, que provoca um acidente onde você apenas sobreviverá se (onde há muitos delizes por trás, cancelam seu plano de saúde entre outras) aceitar ser cobaia de uma experiencia, trata-se de um microchip com nanotecnologia destrutiva instalado no cérebro. Este microchip letal é monitorado 24X7 por um empresário, todo seu passado é apagado da memória, você não pode questionar muito o que está acontecendo ou uma grande dor de cabeça inicia até que seu cérebro exploda. E enquanto esse microchip fica na cabeça, propagandas são exibidas de modo aleatório, até que você compre ou consuma o produto, como se você fosse uma marionete sem rumo. E o único modo de você sair dessa é se unir a um grupo de hackers.

Bom filme!
Curtam www.facebook.com/strogonoffdenozes


terça-feira, 23 de outubro de 2012

Cursos gratuitos online




     Dica do dia é do Portal GSTI de cursos gratuitos online de grande conteúdo e qualidade da Universidade XTI.




  

  

domingo, 21 de outubro de 2012

O acaso favorece a mente conectada - AMÉM!


     "O acaso favorece a mente conectada, de onde vêm as boas idéias." Afirmação do vídeo abaixo de Steven Johnson.

    Pesquisando sobre inovações na área da TI para um trabalho da aula de Gestão do Conhecimento encontrei este vídeo, que explica um pouco a origem destas idéias de inovação. Tira a imagem utópica que todos tem que ter o momento Eureka e ponto ou a inovação não é tão boa.
 
    Ajuda a compreender a importância do compartilhamento de nossos palpites com quem tenha a idéia de pensamento parecido.

    O desejo é que assim seja! O acaso favoreça as mentes conectadas!! #WE!!!
    Que nós possamos construir idéas inovadoras, amadurecê-las para trazer para sociedade com utilidade.


                                                                                


                                                                                                                   Boa noite!

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Traga a vasilha, digo o device.



      Complexidade, incerteza e ilusão? Talvez.
      O fato é que já se faz realidade e tão pouco dá para voltar atrás quanto ao Bring Your Own Device, em português Traga Seu Próprio Dispositivo. Sim, pra você que precisa acessar as informações da empresa em tudo quanto é canto. Não é tão mais prático trabalhar com o dispositvo que já há tanto tempo manuseamos, que com o que a impresa impõe? Olha o custo e tempo que não é economizado até que você aprenda a lidar outro disposivo. Que mundo bom, conspirando ao seu favor. Traga seu lanchinho, sua fruta e o seu dispositivo móvel de preferência pro trampo!



       Ok. É bom, mas...
       E o pessoal do suporte? 
       Quem sabe lidar é o funcionário, logo quando alguma aplicação não responder corretamente vai entrar em contato com o suporte, e como o técnico vai dar suporte a um browser, como exemplo, que nunca viu na vida?
       
       E as melhores práticas da ITIL?
       Como focalizar no ciclo de vida de serviço com tanta descentralização, conforme recomenda a biblioteca britanica?
      
      E as questões legais? Conteúdo ilícito, horas extras, segurança, perdas ou extravios...quem responde?
      
      E a agora José? O que fazer quando o be-á-bá já não supri mais tuas necessidades?
   
     Cada caso será um caso. Situações diversas irão surgir. Caberá ao gestor definir e deixar claras as políticas adotadas com esta nova quebra de paradigmas.





sexta-feira, 31 de agosto de 2012

UX




        A interface de um produto/sistema/serviço é o principal meio de comunicação entre software-usuário. Experiência do Usuário, traduzido do inglês User Experience (UX), é a interação usuário-produto, é aquela pessoa que vai pensar se software vai suprir todas as necessidades do usuário? Com que velocidade é feito? Quais as dificuldades que ele encontra ao finalizar uma busca? O que cliente não deve colocar no seu site. O que pode ser melhorado, para que seja simples o produto, pois a quanto maior simplicidade menor a necessidade de suporte e menos gastos financeiros para o projeto. Para que seja a melhor experiência possível do usuário com o que lhe esta sendo oferecido e atingindo suas necessidades, fundamentado nos princípios de usabilidade e do design centrado no usuário.


        A satisfação e qualidade de algum produto para o usuário não dá para ser medida pela linguagem utilizada e sim pela facilidade que o usuário tem de interagir com a interface de um serviço, produto ou sistema. Podemos considerar como um dos principais fatores de sucesso ou fracasso de um software. Afinal todo o desenvolvimento de um produto/serviço é pra alguém, se este alguém não está satisfeito perdemos o cliente, sem clientes não há mais desenvimento, resultando em prejuízos com os quais ninguém busca.

      Dentro dos papéis de UX está o Design de Interação. Em um sistema há várias funcionalidades que são desconhecidas pelos os usuários finais, sendo qe as mesmas auxiliam a simplificar tarefas e otimizar o tempo, ou seja, o Designer de Interação preocupa-se com as relações humanas de um software, como a informação em projetos web será manipulada e transformada. Já o Arquiteto da Informação se preocupa mais com o armazenamento e distribuição das informações. Temos ainda o Web Designer, profissional com sólidos conhecimentos em HTML, CSS,JavaScript, quem domina os melhores padrões layouts e tudo para deixar a navegação mais poderosa e divertida.
Centralizar na usabilidade #ficaadica
         
Devemos levar em consideração no processo de desenvolvimento de software:


  • Importância das pesquisas de usuário para entender seu público-alvo, quais tipos e quando usá-las;
  • Importância dos testes de usabilidade utilizando protótipos de baixa ou alta-fidelidade ;
  • Definição de Personas que ajudam a conduzir o design;
  • Criação de cenários de uso para identificar e priorizar requisitos;
  • Aplicação de cenários, padrões e princípios de design para definir a melhor estrutura de interface e interações;
  • Elaboração de wireframes;
  • Integração de UX em ambientes de desenvolvimento ágil.


     Tudo isso para que a meta seja atingida: o alinhamento das necessidades dos usuários aos objetivos do seu negócio.




quarta-feira, 15 de agosto de 2012

A menina do Vale



"O segredo é aprender rapidamente com cada iniciativa e continuar seguindo em frente."

    Então, chego no trabalho e minha amiga @ABiléssimo me apresenta o livro que está lendo e logo me encaminha. Baixo e inicio a leitura. E que leitura! Linguagem clara, objetiva e viciante. Digo viciante porque entre um chamado aqui, um acesso remoto ali, uma dúvida pertinente de usuário lá e algumas ligações (#working), segui na leitura do livro até acabar de ler. 
    Trata-se do livro "A menina do Vale" que mostra a visão de Bel Pesce quanto ao ir atrás do que queremos, buscar o novo e não desistir. Como empreender. Mudar de vida com empreendedorismo. Um livro confortável de ler, de ver que gente de verdade conquista coisas de verdade, com paciência e persistência. "Tudo é possível se você se dedicar de cabeça e coração" diz a autora. 
   No livro há várias dicas de leituras, vídeos e a experiência de Bel Pesce com o mundo corporativo.
Aqui segue os títulos de cada capítulo do livro: step-by-step para a mudança que queremos alcançar! 

http://www.ameninadovale.com/
01 Não se preocupe com a sua idade
02 Descubra quem te inspira e por quê
03 Leituras que valem a pena
04 Compartilhe suas dificuldades 
05 Seja sempre humilde
06 Equipe, equipe, equipe 
07 O verdadeiro valor de um plano de negócios
08 Ache as pessoas que estavam na sua posição alguns anos atrás
09 Seja acelerado, mas tenha paciência
10 Acostume-se a aprender com seus erros 
11 Encontre as suas paixões
12 O poder do networking
13 Esqueça o glamour
14 Pequenas coisas que fazem a diferença
15 O maior de todos os erros
16 Saia da sua zona de conforto
17 Impressione o mundo com a sua iniciativa
18 Surpreenda-se com o talento que existe nesse mundo

Para fazer o download deste livro, acesse:

Vamos dar um up? by @ABiléssimo

Uma ótima leitura ;D

terça-feira, 14 de agosto de 2012

crowdfunding?

Afinal, o que é esta palavra que há tempo venho lendo?

Segundo Wikipédia:

"Crowdfunding, traduzido para o português como Financiamento coletivo ou Financiamento colaborativo[1] é a obtenção de capital para iniciativas de interesse coletivo através da agregação de múltiplas fontes de financiamento, em geral pessoas físicas interessadas na iniciativa. O termo é muitas vezes usado para descrever especificamente ações na Internet com o objetivo de arrecadar dinheiro para artistas, jornalismo cidadão[2], pequenos negócios e start-upscampanhas políticas, iniciativas de software livre,filantropia e ajuda a regiões atingidas por desastres, entre outros."

(continue lendo...)

De uma forma bem simples, o mundo está começando a perceber que a força está na união!
Viabilizar uma ideia, um negócio ou um projeto, onde há vários interessados pelo sucesso, o sucesso fica maior, melhor e mais proveitoso. Até mesmo recorda algumas pessoas que vivemos em comunidades e que é sim possível ajudar o próximo ajudando-se também. 
Impostos o que são eles se não uma forma de crowdfunding? Se não uma forma de todos em um consenso  contribuirmos para o progresso do País. (Claro que tratando se Brasil é absurdo e não tão contribuítivo assim).

E já vi que não é de hoje que dizem: "Crowdfunding vai mudar o mundo!".

Em suma é uma forma simples de você solicitar dinheiro para realização do seu projeto e quando consolidado é compensatória a "multidão" que te apoiou. Porque todos os envolvidos tinham afinidades com a ideia.

     Abraçando a ideia.



Sabemos que uma das grandes barreiras que fazem com que milhares de ideias sejam desperdiçadas é a falta de grana. Com crowdfunding o desenvolvimento e amadurecimento é viável, é possível!
Benefícios incontáveis para a sociedade. E o que julgo o mais importante: a DESCENTRALIZAÇÃO DO PODER. 



Então agora sabemos que todos aqueles nossos "rabiscos" (que conseguimos detalhar e defender que é um projeto hahaha) tem sim como sair do papel, pois tem quem acredite nele (além de nós, claro!).

Tem muito pano pra manga ao falar de crowdfunding. Comenta tua experiência. Outras definições. Outras iniciativas....