terça-feira, 18 de setembro de 2012

Traga a vasilha, digo o device.



      Complexidade, incerteza e ilusão? Talvez.
      O fato é que já se faz realidade e tão pouco dá para voltar atrás quanto ao Bring Your Own Device, em português Traga Seu Próprio Dispositivo. Sim, pra você que precisa acessar as informações da empresa em tudo quanto é canto. Não é tão mais prático trabalhar com o dispositvo que já há tanto tempo manuseamos, que com o que a impresa impõe? Olha o custo e tempo que não é economizado até que você aprenda a lidar outro disposivo. Que mundo bom, conspirando ao seu favor. Traga seu lanchinho, sua fruta e o seu dispositivo móvel de preferência pro trampo!



       Ok. É bom, mas...
       E o pessoal do suporte? 
       Quem sabe lidar é o funcionário, logo quando alguma aplicação não responder corretamente vai entrar em contato com o suporte, e como o técnico vai dar suporte a um browser, como exemplo, que nunca viu na vida?
       
       E as melhores práticas da ITIL?
       Como focalizar no ciclo de vida de serviço com tanta descentralização, conforme recomenda a biblioteca britanica?
      
      E as questões legais? Conteúdo ilícito, horas extras, segurança, perdas ou extravios...quem responde?
      
      E a agora José? O que fazer quando o be-á-bá já não supri mais tuas necessidades?
   
     Cada caso será um caso. Situações diversas irão surgir. Caberá ao gestor definir e deixar claras as políticas adotadas com esta nova quebra de paradigmas.